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domingo, 11 de julho de 2010

sexta-feira, 9 de julho de 2010

NOVO UNIFORME DO GOLEIRO BRUNO

Divulgação/Polícia Civil
Marcos Aparecido Santos, do goleiro Bruno e de Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão

segunda-feira, 5 de julho de 2010

ELEIÇÔES 2010 - PARTIDO DOS TRABALHADORES


O PT solicitou hoje (5) ao Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília, o registro da candidatura de Dilma Rousseff à presidência da República pela coligação "Para o Brasil Seguir Mudando” formada por PT, PMDB, PDT, PSB, PR, PCdoB, PRB, PTN, PSC E PTC. A partir de amanhã (6), a campanha eleitoral ganhará as ruas até o primeiro turno do pleito marcado para 3 de outubro. Junto com o pedido de registro, o PT apresentou as diretrizes do programa de governo de Dilma.

No documento, sustenta que a economia brasileira voltou a crescer após duas décadas de estagnação ou avanços “medíocres” com uma nova lógica. “Ele [o crescimento] se faz com forte distribuição de renda, com inédito equilíbrio macro-econômico, com redução da vulnerabilidade externa e, sobretudo, com fortalecimento da democracia.”

Contudo, o PT ressalta que os avanços conquistados pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva vão permitir que o próximo governo não seja apenas uma continuidade do que foi realizado. “O Brasil deixou de ser o eterno país do futuro. O futuro chegou. E o pós-Lula é Dilma.”

Confira alguns pontos das diretrizes programáticas:

Economia

A candidatura de Dilma à presidência assume o compromisso de adotar um modelo de desenvolvimento econômico amparado no crescimento acelerado, no combate às desigualdades raciais, sociais e regionais, e na promoção da sustentabilidade ambiental.

A política de valorização do salário mínimo, o aprimoramento dos programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, a ampliação do crédito popular, o fortalecimento da agricultura familiar e a redução de impostos serão as bases para a expansão do mercado de bens de consumo que produziu forte impacto positivo sobre o setor produtivo.

Inovação

O documento destaca ainda que ciência e inovação tecnológica serão usadas a serviço deste novo modelo de desenvolvimento. Para isso, a inclusão digital, com banda larga acessível, será ampliada e os investimentos estrangeiros serão vinculados à transferência de tecnologia.

PAC

Para o PT, o governo Dilma será marcado pela elevação das taxas de crescimento, o que exigirá a conclusão das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Além de acentuar a competitividade da economia brasileira, o PAC vai, sobretudo, oferecer “consideráveis” melhorias das condições de vida dos brasileiros por meio da ampliação de linhas de metrô, corredores de ônibus e redes ferroviárias urbanas e regionais, universalização do abastecimento de água e da coleta e tratamento de esgoto, drenagem urbana, recuperação de áreas degradadas e de prevenção de acidentes em áreas de risco e ampliação do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci).

Educação

Embora o governo Lula tenha tomado importantes iniciativas, como a ampliação dos repasses da União para estados e municípios e do número de escolas técnicas, o PT afirma que há “urgência para preparar os milhões de cientistas e técnicos que o desenvolvimento do país já está exigindo. Mas, principalmente, urgência para constituir uma cidadania que possa tomar em suas mãos o desenvolvimento econômico, político e cultural do país”. Assim, a candidatura de Dilma Rousseff defende a erradicação do analfabetismo, uma educação básica de qualidade e a expansão do ensino profissionalizante.

Saúde

O programa de governo do PT destaca ainda a consolidação do caráter universal e de qualidade do Sistema Único de Saúde (SUS) por meio da ampliação das equipes de Saúde da Família, das Unidades de Pronto Atendimento (UPA), e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) para garantir “a todos os brasileiros a atenção básica e de média complexidade, inclusive emergências”. As políticas de assistência farmacêutica e o programa Farmácia Popular serão aprofundados.

Mulheres

Outro destaque foi dado às ações de combate à desigualdade de gênero. O Estado, diz o documento, deve assumir sua responsabilidade na construção de políticas públicas que garantam o direito ao trabalho, com condições iguais entre homens e mulheres, combatem a violência de gênero e promovam a saúde da mulher.

“O Estado brasileiro reafirmará o direito das mulheres de tomarem suas próprias decisões em assuntos que afetam o seu corpo e a sua saúde, direito de decidirem livremente sobre todas as questões referentes à sua sexualidade e estabelecer relações afetivas e sexuais livres de coação, discriminação e violência”, diz o programa do PT.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

PT divulga nota em que fala que seu site sofreu ataque

PT pede que usuários façam varredura com antivírus em computadores.
Site ficou fora do ar. 'É coisa de gente que não gosta do PT'.
 
O Partido dos Trabalhadores (PT) divulgou nota em seu portal explicando que a página esteve indisponível por mais de 24 horas devido "a inserção do código suspeito no dia 12 de abril de 2010 às 3h05". O portal foi tirado do ar e foi solicitada à empresa responsável pela segurança do site uma varredura.


Segundo a nota, o site retornou à normalidade na tarde de terça-feira (13) e, de acordo com a conclusão técnica, a ação foi realizada com a utilização de acesso indevido e a sua origem deverá ser apurada. A nota pede também que os usuários que acessaram o portal do PT façam varredura de suas máquinas com a utilização de softwares antivírus.

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É lamentável essa ação de desocupados na rede de computadores. É coisa de gente que não gosta do PT


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O secretário nacional de Comunicação do PT, André Vargas, classifica o ocorrido de "lamentável". "É lamentável essa ação de desocupados na rede de computadores. É coisa de gente que não gosta do PT", afirmou.

Esperamos sinceramente que a candidatura adversária não esteja estimulando este tipo de comportamento. Isso seria péssimo para a democracia"

A nota fala também sobre suspeitas de que o incidente esteja ligado a uma "guerra suja na internet" iniciada por aliados do candidato tucano José Serra.

"Esperamos sinceramente que a candidatura adversária não esteja estimulando este tipo de comportamento. Isso seria péssimo para a democracia", disse o secretário. A candidata do PT é a ex-ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Mentira tem pernas curtas

ELE É MENTIROSO.

Soró na coletiva: Cancelamento de contrato da Câmara com banco não aconteceu

Soró mentiu para população de Volta Redonda.
Presidente da Câmara de V.Redonda disse em entrevista coletiva que documento tinha sido cancelado



O presidente da Câmara de Volta Redonda Luiz Soró (DEM) não disse a verdade para a população de Volta Redonda na entrevista coletiva que concedeu, no início do mês passado, quando afirmou que o contrato firmado com a Caixa Econômica Federal para a venda da movimentação financeira da Casa tinha sido cancelado. Desde a semana passada, funcionários da Caixa Econômica estão na Câmara colhendo dados dos funcionários para a abertura de contas.
O cancelamento do contrato foi anunciado por Soró depois do descontentamento que gerou nos demais vereadores, que reclamaram não ter sido consultados. Além disso, eles estranharam a assinatura 12 dias depois de a ONG Acesa, fundada por Soró no bairro Açude, ter sido beneficiada com a liberação de uma verba pelo mesmo banco. Verba que o próprio Soró divulgou inicialmente que seria de R$ 250 mil, mas que depois, na mesma coletiva, ele afirmou que, na verdade, foi de R$ 170 mil.
Na quinta-feira (8), com base no que foi publicado pelos jornais no mês passado, a vereadora América Tereza (PMDB) apresentou um requerimento à Mesa Diretora pedindo cópias do contrato e do distrato (cancelamento) com a Caixa Econômica Federal. Para ela, se o presidente da Câmara foi a público, através da imprensa, dizer que o compromisso havia sido cancelado, é muito grave que isso não tenha ocorrido. "A gente leu em todos os jornais. O que ele vai falar agora? Que fez um outro contrato?", ironizou a vereadora. Em um segundo requerimento, a peemedebista solicita que ela e os funcionários de seu gabinete tenham suas contas mantidas na mesma agência onde estão.
Soró, até o fechamento desta edição, estava em Belo Horizonte, segundo sua assessoria, e não respondeu ao pedido de retorno da ligação do FOCO REGIONAL para se pronunciar a respeito do fato de não ter vindo também a público dizer por que o contrato foi mantido. Segundo outros vereadores, que, ao contrário de antes, agora demonstram estar mais compreensivos com o presidente, ele alegou que, caso o compromisso não fosse cumprido, a Câmara seria obrigada a pagar multa. "O valor é de R$ 100 mil", disse Tigrão do PMDB, ao confirmar que mandou seu pessoal abrir a conta na Caixa. O primeiro-secretário Toninho Oreste (PMDB), que recebeu de Soró uma cópia do documento firmado com o banco, mostrou ao F R que o valor, no entanto, é de R$ 50 mil – 20% dos R$ 250 mil que o banco vai repassar à Câmara.
No dia em que concedeu a entrevista coletiva a todos os jornais da cidade, Soró, acredite, disse que desconhecia se havia multa rescisória, no que provavelmente seria caso único de alguém no cargo que ele ocupa que teria assinado um contrato sem ler. "A Caixa vai ter que nos informar", alegou. Naquela mesma ocasião, a Caixa Econômica Federal, procurada pelo F R, informou que não tinha recebido nenhuma comunicação da Câmara em relação ao contrato e não respondeu se havia ou não multa rescisória.
Em seu segundo mandato e, pela primeira vez, na presidência da Câmara, Soró tem aparecido mais pelas contradições do que por seu papel político. Foi acusado pelos colegas de não ter cumprido acordos que lhe garantiram, por sinal, a presidência em 2010. Negou uma crise e logo depois América Tereza e Neuza Jordão (PV) renunciaram a seus cargos na Mesa Diretora, por discordarem da sua forma de conduzir a Casa. Apareceu em matérias e fotos de jornais como presidente da ONG que fundou e, diante da reação dos colegas em relação à Caixa, disse que não mais preside mais a entidade. A última (?!) foi ter anunciado o cancelamento do contrato com o banco, sem jamais tê-lo feito. Pelo visto, com Soró na presidência, ninguém morre de tédio na Câmara de Volta Redonda.